[VÍDEO] TAG Assumindo o Cabelo Crespo

Oi, gente! Nesse vídeo respondi a tag “Assumindo o Cabelo Natural”, criada há algum tempo pela Rayza Nicácio. Assistam o vídeo para conhecer melhor sobre a minha transição e para se motivaram no processo de vocês!

Ah, tem o primeiro post do blog em que escrevi a história do meu cabelo e lá tem muitas fotos do antes e depois. Clique aqui.

Não esqueçam de dar like no vídeo e se inscrever no canal.

 

 

Beijos, até mais!

 

patty

Transição Capilar: texturização com papel higiênico

Gente, como vocês estão? Que SAUDADE de postar! Antes de ir para o assunto do post, quero explicar rapidamente o motivo da nossa ausência: além das dificuldades com a rotina, meu celular foi roubado e demorei para ter outro, o que atrapalha todo o trabalho do blog. Expliquei na nossa página do Facebook, por isso é importante que vocês sigam a gente lá para ficar por dentro de tudo.

Enfim, o post de hoje tem a participação super especial de uma amiga e leitora muito querida nossa, a Dayane Madeira. A Day está em transição e eu e a Sabryna acompanhamos o processo e ajudamos sempre que dá, com dúvidas e incentivos. A Day tem muita dificuldade de lidar com as duas texturas do cabelo e a parte alisada é muito difícil de cachear, então o cabelo vive preso.

Esses dias ela conseguiu ter sucesso em uma texturização e compartilhou o resultado comigo. Eu fiquei apaixonada e pedi para mostrar aqui no blog. Como eu e a Sabryna não estamos mais na transição, ficamos felizes de ter oportunidade de abordar esse assunto e ajudar quem ainda está nesta fase.

 

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A Day fez a texturização com papel higiênico, muito conhecida no youtube. Ela pegou três partes do papel higiênico e dobrou ao meio no sentido do comprimento, depois dobrou mais uma vez e enrolou na diagonal. Ela achou que dessa forma ficaria mais firme. Os rolinhos ficaram assim:

 

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Com o cabelo lavado, ela usou o creme de pentear Garnier Recriador de Cachos (resenha aqui) misturado com a Gelatina “Não sai da minha cabeça” da Salon Line. Pegando mechas não muito grandes, ela foi enrolando o cabelo, tendo atenção com as pontas ainda com química.

 

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Depois de esperar por volta de 4h, o tempo necessário para o cabelo secar, a Day soltou os rolinhos e deu uma ajeitadinha e os cachos ficaram assim:

 

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Lindos, né? Eu fiquei encantada, ainda mais porque o cabelo está com uma aparência maravilhosa de bem cuidado. A Day faz low pow há um tempo e gosta muito da técnica. Sobre a texturização, ela achou um processo demorado e cansativo, pois ela tem bastante cabelo. Por outro lado, o resultado foi compensador e durou dois days after, podendo durar mais. Ela usou uma blusa de cetim no travesseiro para garantir que os cachos não fossem tão desfeitos durante a noite, o que é uma ótima dica para um bom day after.

Acho que essa texturização é uma boa opção para quem está em transição e quer arrumar o cabelo para alguma ocasião ou mesmo para se sentir mais bonita e se ver com cachos, já que essa é uma fase tão difícil. Como é trabalhosa, infelizmente não dá para fazer todos os dias.

Quero agradecer a colaboração da Day e desejar que essa transição acabe logo e ela desfile mais por aí com esses cachos maravilhosos!

Espero que a dica dela tenha ajudado! Até mais.

 

patty

Scab Hair: o que é e como tratar?

Vamos falar hoje de um problema muito comum, mas que algumas pessoas ainda não sabem identificar ou como tratar: o scab hair. 

 

O que é scab hair?

É o cabelo que aparece depois da química, normalmente durante a transição ou depois do Big Chop, caracterizado pelo ressecamento, aspereza e falta de definição. Isso acontece devido a algum dano no folículo capilar causado pela química que prejudica o nascimento saudável do cabelo novo.

ATENÇÃO: é normal nosso cabelo ter algumas partes mais definidas e outras nem tanto. O scab hair é um cabelo visivelmente danificado e ressecado, não tem nada a ver com essas diferenças naturais nem com aquele dia em que o cabelo está mais difícil e não tão definido.

 

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Há controvérsias sobre esse termo, já que alguns profissionais dizem que a química não afeta o folículo capilar, consequentemente, o cabelo novo que nasce. Por outro lado, é muito fácil encontrar alguém que passa pela transição com esse problema. E não só a química é causadora, uso excessivo de chapinha, secador e até tranças e mega hair (pela tração dos fios) também podem gerar o scab hair.

 

Como tratar?

A umectação é a grande aliada contra o scab  hair. Esse processo nada mais é do que utilizar um óleo 100% vegetal para envolver todo o cabelo, incluindo a raiz, pois é onde estão os folículos capilares que precisam ser restaurados. Além disso, MUITA hidratação, se possível, hidrate em toda lavagem, nem que seja rapidamente.

Cortar o cabelo regulamente também é importante, tanto para retirar a parte danificada do cabelo, quanto para estimular o crescimento. Outro aspecto fundamental é rever a sua alimentação, a qualidade dela tem muita influência sobre a saúde do seu cabelo.

Por fim, tenha muita paciência. Aos poucos o fio vai se recuperando e nascendo saudável. Dedique-se nos cuidados que logo logo essa fase passa.

Eu não tive tanto problema com scab hair durante minha transição, talvez por ter aderido ao cronograma capilar e assim me dediquei a cuidar. Então, me contem as experiências de vocês com esse problema!

Beijos, tenham um ótima semana!

 

patty

10 fotos inspiradoras para o BC

Olá, migas, como vão?

Hoje é um daqueles dias que eu tento trazer pra vocês uma inspiração bem inspiradora (?) que de alguma forma contribua em algum tema importante neste blog. Como eu já mostrei por aqui, um dos meus grandes dilemas durante a transição capilar era o temido BC; cheguei até a falar em posts mais antigos o quanto eu morria de medo dessa etapa, e estava adiando o máximo que podia. Essa semana a Paty fez um post falando sobre esse assunto e mostrando a opinião dela sobre os prós e contras desse grande e último passo da transição. Baseado nisso, e na minha própria história, hoje eu trouxe uma seleção de cabelos pra lá de lindos especialmente dedicado a quem está pensando seriamente em fazer o big chop, mas ainda está achando que não é possível ter um cabelo curtinho e charmoso.

P.S: Na minha fase corta-ou-não-corta eu passava o dia inteiro vendo fotos desse tipo e isso de alguma forma me encorajou. Se você está precisando de um empurrãozinho para tirar de vez a química do seu cabelo, esse post é pra você! Desça a página e se surpreenda.

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Espero que esse post de alguma forma ajude vocês que estão nessa fase de dúvidas. Mas se esse não é o seu caso, não se preocupe, tudo tem sua hora certa de acontecer. Paciência e coragem!

 

Beijinhos,

Marca Sabryna

Big chop ou não, corte na transição!

Oi! Estou muito inspirada em falar de transição esses dias! Semana passada fiz um post sobre o uso da chapinha durante a transição, se você ainda não leu, clique aqui. Tem outros posts sobre essa etapa aqui no blog também.

Hoje quero falar sobre corte. Como falei no post passado, cada pessoa passa pela transição de maneira diferente. Eu passei sem nem saber que existia esse nome, muito menos sabia da expressão big chop. Eu simplesmente deixei meu cabelo crescer e fui cortando as partes lisas. Cheguei a cortar bem curtinho, mas não tanto quanto um BC. Neste post aqui tem todas as etapas da minha transição.

Conversando com algumas meninas que estão passando pela transição, percebo um receio muito grande delas em cortar o cabelo. Talvez porque muitas delas, ou mesmo você que está lendo agora, pensam que TEM QUE fazer o BC. Mas não é bem assim. O BC é um corte que elimina toda a parte com química do cabelo e, dependendo de quanto tempo está a transição, pode ficar beeem curtinho. Há variações, mas por volta de 11 meses já é uma boa ocasião para quem quer fazer o BC (a Sabryna fez e mostrou aqui).

Esse tipo de corte é ideal para quem não aguenta conviver com duas texturas, quem está ansiosa para cuidar dos cachos e para quem não se importa de ter cabelo curtinho. Mesmo assim, é preciso pensar bem antes, preparar a mente para a mudança radical e procurar um bom profissional. Depois do BC, a transição continua e fica mais fácil lidar com o cabelo já cacheado. É preciso ainda adaptar os cuidados ao novo tipo de cabelo.

 

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Já falando daquelas que tem receio de cortar, imagino que isso acontece porque muitas de nós que alisavam gostavam de usar cabelão e acabam se apegando a ele. Existe também a falsa ideia de que cabelo cacheado quase não cresce, então acham que se cortarem curtinho vão demorar a ter o cabelo grande de novo. Mas não é verdade: cabelo cacheado tem sim fator encolhimento que dá a impressão de que está mais curto, mas o cabelo bem cuidado cresce saudável e normalmente.

Além disso, na transição já é difícil lidar com as duas texturas, ainda mais se o cabelo estiver bem grande. O cabelo alisado e o natural que está crescendo têm necessidades diferentes de hidratação e finalização, caso você queira texturizar a parte alisada terá mais trabalho em um cabelo longo e os cachos por vezes não definem. Então, mesmo que você não opte pelo BC, invista em um corte que reduza o comprimento do cabelo e continue cortando periodicamente, até que a parte lisa seja retirada. Vejo algumas meninas sofrendo tanto com a transição e não imaginam como um corte poderia facilitar tudo!

Tenha coragem! É bom mudar! Quem sabe a transição não seja uma oportunidade para você arriscar coisas novas? Se, por exemplo, você sempre teve cabelão e nunca se imaginou de cabelo curto, pode se descobrir amando a praticidade do curtinho.

Até a próxima!

patty

Chapinha na transição: sim ou não?

Olá! O post de hoje é um pouco polêmico. Como sabem, passei pela transição capilar, como muitas (os) estão passando ou desejam começar (contei neste post aqui sobre a minha). Ouvindo relatos, percebo que a chapinha é tema de debate, alguns apoiam e outros não. Aqui vou colocar os argumentos da minha opinião, baseados na minha experiência, mas ressalto que, obviamente, existem diferenças de pensamento.

Em primeiro lugar, é preciso entender que cada pessoa passa pela transição de forma diferente. Eu deixei o cabelo crescer, não fiz big chop (a Sabryna fez, veja aqui) e pouquíssimas vezes usei chapinha durante o processo. Outras pessoas preferem usar a chapinha para não ficar com o cabelo com diferentes texturas. No meu caso, no começo eu pensei em usar, porque era muito evidente a diferença e o volume na parte natural me incomodava. Mas, como nunca fui habilidosa com chapinha e achava que dava muito trabalho, não fazia. Quando tinha algum evento importante, ia no salão e fazia.

Para mim, essa escolha foi muito importante. Rapidamente comecei a me acostumar com a diferença de texturas. Então, passei pela transição um pouco mais tranquila, aceitando que aquilo era necessário e não tinha muito o que fazer. Na época, eu não entedia nada de transição, então não sabia nem fazer texturização, como a Sabryna fez nesse post aqui. Eu assumi essa forma estranha do cabelo, claro que nem sempre eu estava feliz com isso, mas passei a aceitar. Segue uma foto de resolução ruim só para ilustrar o desapego:

 

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Um outro ponto que deixar a chapinha ajudou, foi que o cabelo foi  crescendo e eu pude observar os cachinhos que nasciam, pude acompanhar esse desenvolvimento e me reconhecer cacheada. A gente passa tantos anos alisando que já nem sabe mais como é nosso cabelo de verdade, nem as pessoas ao nosso redor associam nosso cabelo ao cacheado. Por isso, a fase da transição também é importante não só pela transformação da aparência, mas de aceitação.

Além disso, os cuidados que passei a tomar, especialmente o Cronograma Capilar (leia aqui), ajudaram no crescimento mais rápido e saudável do meu cabelo. Acredito que usando a chapinha, talvez eu estaria danificando ainda mais, o cronograma não seria tão eficiente, prejudicando também o crescimento.

 

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Evitar a chapinha é evitar mais danos para o cabelo. Com anos de química, a transição se inicia num cabelo bastante fragilizado. O calor excessivo da chapinha e outras ferramentas de calor deteriora a cutícula dos fios, que é responsável por proteger o cabelo de agressões externas. Com a deterioração dessas cutículas pelo calor, o cabelo perde queratina, uma proteína importante que o compõe. O resultado é um cabelo ressecado, áspero, com pontas duplas. Isso vai exigir cuidado redobrado, hidratações, reconstruções. Acredito que o processo fica mais saudável e fácil ao evitar a chapinha e cuidar do cabelo que está crescendo.

Mas é claro: usar secador, chapinha, de vez em quando não faz mal nenhum. Por outro lado, algumas meninas não conseguem desapegar e passaram por uma transição bem sucedida mesmo assim. Cada um deve ter liberdade para fazer o que quiser, ainda mais se tratando de cabelo. Porém, invista em cuidados para diminuir a agressão como uso de produtos com protetor térmico, cronograma capilar para manter o cabelo hidratado e repor as substâncias que ele precisa e, se possível, controlar a temperatura dos equipamentos que você utiliza.

O importante é ser feliz com seu cabelo seja ele natural, alisado, com chapinha ou não. A transição é um período de descobertas e de aceitação. Por isso é importante que cada um passe por ela considerando experiências de outras pessoas, mas principalmente de si mesma (o).

Essa foi minha experiência e espero que ajude vocês! Quero ler também a opinião de vocês, o que acham da chapinha, se a utilizaram na transição… Comentem!

Até a próxima.

 

patty

A vida pós BC

Já é de conhecimento de todo mundo por aqui que eu já concluí a minha transição e estou com o cabelo 99% natural, certo? (99% porque ainda tem uma ou outra pontinha lisa). Então, como estou com quase um mês e meio de BC, eu vim contar um pouquinho de como está sendo essa nova fase pra mim.

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Tamanho

No dia que eu saí da salão com o cabelo bem curtinho, eu estranhei primeiramente a leveza. Balançava a cabeça de um lado pro outro e parecia que tinha pluma no lugar dos cachos. Sério, foi bizarro. Mas ao mesmo tempo muito surpreendente. A primeira vez que eu lavei senti  o quanto estava pequeno pelo vão que ficava quando eu descia a mão pelos fios. Eu segurava mais o ar do que cabelo. Mas não me arrependi e não achei curto demais. Pelo contrário, achei que ia ficar bem menor.

Comentários

Bom, por mais que a gente diga que as decisões quanto ao nosso cabelo cabem somente a nós, não podemos negar que ficamos curiosa com o que as pessoas vão achar, principalmente aquelas que são próximas de nós, como família, amigos, etc. Em casa foi uma baita surpresa, porque eu saí de casa sem dizer que ia fazer o BC (aloka), então todo mundo tomou um susto, mas achou ~bonitinho~. Meu pai não curtiu tanto assim, mas acho que agora ele já está se acostumando (não tem mais pra onde correr, pai!). Meus amigos todos amaram e elogiaram bastante, e a comunidade cacheada então nem se fala. No geral, recebi muuuitos mais elogios que críticas, e isso me deixou bem feliz também.

Desafios

O meu maior desafio foi, e está sendo ainda, a finalização. Desde a época de transição eu já não era muito boa em finalizar, não tinha muita paciência e nem jeito, o que fez eu querer acelerar ainda mais o meu corte. No primeiro dia pós BC eu não fitei o cabelo, só apliquei o creme e amassei. Não ficou muito bom porque eu não estava acostumada com o volume e achei um tanto quanto estranho, confesso. Aos poucos fui fitando mais devagarzinho, ajeitando como podia, até porque, por conta do tamanho, é muito difícil separar as mechas sem que elas caiam uma por cima da outra e bagunce tudo. Mas enfim, ainda não encontrei o MEU melhor jeito de finalizar e estou aprendendo com o tempo.

Cuidados

Assim que eu cortei eu comecei imediatamente o Low Poo. Aprendi tudo certinho, comprei os produtos e estou seguindo a técnica direitinho. E continuo com o Cronograma Capilar também, então lavo o cabelo um dia sim e um dia não. Mas molho todos os dias, o que acredito que não seja lá o recomendado, mas eu e o day after ainda não nos acertamos muito bem. Mas chegaremos lá!

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A foto não está um poço de resolução, mas dá pra ver como eu deixo quanto ao volume 

Definição

Bom, os cachos estão com uma boa definição, mas acredito que podem melhorar conforme o aperfeiçoamento das minhas finalizações. Não estou com Scab Hair e ele costuma ficar definidinho o dia inteiro, sem problemas. No dia seguinte não acordo com ele totalmente bagunçado e sem forma, mas com muito frizz e volume, coisas com as quais ainda não me acostumei (deem um desconto!)

Crescimento

O crescimento está m-a-r-a-v-i-l-h-o-so. Acho que o Low Poo está sendo essencial nesse quesito (além do que meu cabelo está morto de saudável e macio) e eu já senti um crescimento considerável nesses 45 dias. Já tô quase com tufinhos de cabelos caindo em cima do olho hehe. A técnica é destruidora mesmo! No bom sentido, claro.

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Esses foram os pontos principais que eu achei importante compartilhar com vocês. São os meus dramas e aprendizados com o cabelo novo. Ainda não sou a rainha master dos cachos, mas estou caminhando para manter e cuidar deles para que o resultado daqui a 1 ano, 1 ano e meio, seja não apenas tranquilo, como também favorável rs. O importante mesmo é que estou satisfeita por ter começado e ido até o fim com a ideia da transição. É uma sensação maravilhosa você tocar, cuidar e exibir por aí o próprio cabelo.

Se vocês tiverem dicas pra me dar, ou histórias pra compartilhar, já sabem como funciona, é só comentar por aqui ou pelas redes sociais. Vou amar trocar ideias com vocês. Até a próxima!

Beijinhos,

Marca Sabryna

8 transformações cacheadas para inspirar

O post de hoje é muito especial. Como já comentamos aqui, eu a Sabryna temos um grupo de amigas no whatsapp em que compartilhamos nossos cuidados com cabelos. Várias meninas passaram ou estão passando pela transição e de vez em quando marcamos encontros para conversar, fazer gordices e trocar conhecimentos sobre cachos. Um deles foi tema de post, leia aqui.

O grupo começou com 6 meninas e agora já somos mais de 40. O mais gratificante é conhecer diversas histórias e transformações. Algumas delas vamos mostrar aqui para que vocês se inspirem! A maioria delas é de descoberta da beleza do cabelo de cada uma, reaprendendo a cuidar e tendo coragem para mudar. Os resultados são especialmente devido à coragem de cortar, aderir ao low/no poo, ao cronograma capilar e ao aprendizado do cuidado e amor aos cachos. Além do incentivo uma às outras! Vejam que belas mudanças.

1- Gaby Dias: a Gaby era adepta da selagem, hábito muito comum de quem tem os cachos mais abertos e não consegue definição. Ela abandonou a química e a chapinha, aprendeu a cuidar do cabelo e aderiu ao low poo.

 

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2- Lívia Amorim: chegou no grupo apegadíssima a um mega hair que não tava ajudando na definição dos cachos. Tivemos que conversar muuuuito para convencer a Lívia a tirar o mega e cuidar melhor do cabelo. Até que agora ela está craque na fitagem e arrasando com esse loiro!

 

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3- Aline Samira: outra adepta do mega hair na transição, mas que teve coragem de desapegar e fazer o big chop. Hoje já cresceu bastante e ela está começando a aderir ao low poo também.

 

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4- Talyta Ribeiro: a Talyta passou pela transição apegada na chapinha e nunca imaginou os cachinhos maravilhosos que ela poderia ter. Ela considera que o low poo foi o grande responsável pela transformação dos cachos, além de passar a gostar de um pouco mais de volume.

 

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5- Fabi Teixeira: Fabi arrasa nos cachos vermelhos, mas antes fazia química e usava bastante chapinha. Também adepta do low, hoje dá aulas de fitagem para todas as meninas! Além de incentivar a ousadia e coragem no corte e nas mudanças que são sempre bem-vindas.

 

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6- Aglaene Nobre: Agla é membro um pouco mais recente do grupo, tem um cabelo tipo 2 maravilhoso! Ainda nem aderiu a nenhuma técnica, mas já está aprendendo a finalizar e é a prova que as onduladas não precisam de chapinha para ficarem lindas!

 

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7- Sabryna Mendes: para finalizar, duas figurinhas que vocês estão acostumados a ver. Sabryna está na reta final da transição, fez o big chop (veja aqui) e agora está se adaptando ao novo cabelinho, aderindo ao low também.

 

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8- Paty França (eu!): minha transição vocês podem ver aqui, mas nessa foto (que eu já postei no instagram, sigam @cachoseoutrasondas) mostra bem a diferença que aprender os cuidados fez no meu cabelo, principalmente com o low poo e a finalização. Além das luzes que eu amo!

 

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Que orgulho de todas! Agora sempre que você pensar ou ouvir alguém falar “meu cabelo não cacheia”, leia esse post ou mande para a pessoa. Todo cabelo é lindo. Você só precisa conhecê-lo, passar a amar e cuidar.

Espero que vocês tenham se inspirado. Breve contaremos mais histórias do nosso grupo!

Até mais 🙂

patty

Big Chop – Sabryna

Olá. Tudo bem com vocês?

Bom, antes de começar esse post eu gostaria de pedir um minuto de silêncio pela morte do meu cabelo liso

 

BC

 

Ou não, podemos COMEMORAR!! Ebaaa!!

TEMOS UM BC!!

Agora falando sério. Toda história tem um começo, e se você ainda não sabe como esta aqui começou clica nesse post que eu conto tudinho e você vai ficar por dentro.

Voltando para o meio (não é o final ainda!), eu já tinha dito aqui pelo blog que morria de medo de cortar o cabelo. Primeiro pelo receio do tamanho. Sempre fui de usar cabelo comprido, depois deixei na altura do ombro, mas não me via muito com ele curtinho como está agora. Foi um processo. Não decidi cortar assim, da noite pro dia. Tentava todos os dias me imaginar com ele pós BC e assim ir me acostumando até o Big Chop (Grande Corte).

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Essa etapa foi muito importante para a minha decisão porque foi me dando prévias. Não ia adiantar nada eu querer meu cabelo de um jeito se ele ia obviamente ficar de outro. Então foram dias e dias pensando em como ele ia ficar e repetindo essa imagem na minha cabeça até o dia que eu me senti pronta.

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Vários motivos me levaram a retirar toda a parte alisada, um deles foi o incômodo em usar o tempo inteiro o cabelo preso, em coque ou rabo de cavalo. Eu não aguentava maissss. Sentia falta da liberdade que é poder usar cabelo solto.

Outro foi a ansiedade. Não recomendo, mas sou muito ansiosa. Queria logo ver como ia ficar, se meus cachos estavam bonitos, feios, definidos, bagunçados, grandes, pequenos. Eu queria o resultado.

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A priori, quando eu parei de usar química, minha meta era cortar com 1 ano de transição (abril de 2016). Mas com 9 meses eu fui com toda a cara e coragem tirar de uma vez por todas esses fios que ainda tanto me incomodavam.

E eu adorei o tão esperado resultado.

Claro que ainda estou me adaptando, aprendendo a arrumar ao meu estilo, lavar, ter day after (era meu sonho dizer isso), todas essas coisas. Mas tenho certeza que será um aprendizado muito enriquecedor daqui pra frente.

Meus cachos aparentemente são do tipo 3b e estão muito diferentes de como eu me lembrava que eram. Nunca na vida tive toda essa definição e movimento que eles têm agora. Realmente foi surpreendente ver que eu não conhecia o cabelo que tinha e como eu o subestimava.

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A partir de agora vou começar o Low Poo e pretendo continuar com o Cronograma Capilar. Eu fiz durante toda a transição e ele foi o maior responsável pela maciez e saúde que meu cabelo tem agora, sem scab hair e sem dificuldade de definição. Portanto, se você está nessa também, minha dica é: faça o cronograma!

Outra dica muito importante para quem vai realizar esse procedimento é procurar um bom profissional. Eu cortei no salão Cachearte (aqui em São Luís) e a cabeleireira foi super eficiente em me dizer o passo a passo, como ele ia ficar, se eu queria que cortasse mais, cortasse menos, etc, tudo bem explicadinho. É importante que você se sinta segura com quem está mexendo no seu cabelo e confortável para tirar suas dúvidas. Ela ainda finalizou com produtos Deva e deu dicas para que eu continuasse a cuidar bem dos meus cachos.

Vou compartilhar aqui com vocês todos os cuidados que terei com meu cabelinho cacheado daqui em diante. Nos próximos posts vou mostrar os produtos que tô usando e o processo de crescimento no decorrer dos meses.

E se vocês tiverem dúvidas, ou quiserem saber mais alguma coisa que não falei aqui, é só deixar nos comentários ou nas redes sociais.

Voilà!

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Beijinhos,

Marca Sabryna

 

 

Minha primeira texturização (finalização para transição) – Sabryna

Olá, migas. Tudo bem?

Eu sei que quase não apareço por aqui pra mostrar o que faço no meu cabelo, mas é que ainda estou aprendendo de uma forma muito paciente como lidar com ele na transição. Além disso, a química que eu usava era relativamente forte, então quase nada funciona na hora de tentar enrolar essa parte e deixá-la um pouco mais parecida com a parte cacheada, por exemplo. Basicamente eu tenho usado coques e rabos de cavalo. Usá-lo solto não tem sido mais tão possível rs

Masss hoje eu vim mostrar pra vocês uma texturização que eu me dispus a fazer pra ver se conseguia esse feito, enrolar o liso. Essa texturização é feita usando dois métodos que podem ser feitos separados também: os twist e os coquinhos.

Eu usei o creme de pentear Tô de Cacho 3b-3c.

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Amigas, pense num creme bão demais! Ele deixa o meu cabelo natural super definido sem muito esforço e é super levinho e cheiroso.

Liberado para Low Poo!

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Bom, mas vamos lá, deixa eu ensinar como que fiz a tal texturização

Lavei o cabelo normalmente, com shampoo, depois hidratei e por fim condicionei.

Deixei ele secando enquanto fazia uns trabalhos da faculdade, mas ele secou demais!! Então fiquem atentas: o cabelo não é tãaao molhado, mas também não tãao seco. Ali na média.

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Passei o creme no cabelo inteiro, e depois fui dividindo as mechas.

O tamanho das mechas vai depender do tamanho do cacho que você quer, mechas mais finas, cachos mais fechadinhos.

Passei creme em cada mecha e fui dividindo em duas, pra fazer o twist.

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Depois fiz o coquinho e prendi com elástico.

E assim eu fiz por todo o cabelo.

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Sim, fiquei parecendo a Dona Florinda.

Por fim, eu coloquei em uma touca de tecido, porque dormi com o cabelo assim e eu me mexo muito, então o cabelo ia acabar se desfazendo antes da hora.

Você não precisa deixar de um dia pro outro, pode ficar com os coquinhos durante algumas horas, até secar, ou até mesmo usar o secador, se for o caso.

No dia seguinte ele ficou assim:

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Eu raramente acerto alguma coisa de primeira, mas gostei do resultado dessa texturização. Mas como foi a primeira vez, da próxima vou tentar melhorar, passar mais creme, molhar mais (ou menos), usar mechas menores, etc. Ir testando até chegar no meu melhor resultado.

Mas minha alegria foi tão grande que fiz um apelo no Snapchat:

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E aí, gostaram? Alguém já usou essa mesma técnica ou vai tentar fazer? Manda pra gente! Deixa seu comentário aqui no post também, vou adorar trocar dicas com vocês.

 

Beijinhos,

Marca Sabryna