“This is Us” faz bem ao coração ❤

[SEM SPOILERS]

“This is Us” é uma série que desde o primeiro episódio eu queria escrever sobre ela aqui. Me segurei até terminar, mas depois que terminou acabei deixando passar, mas hoje, finalmente, esse post sai.

 

Você pode até achar o título desse post meio brega, mas foi só assim que consegui descrever. E era esse o sentimento que eu tinha a cada episódio. No meio de tanto sensacionalismo, violência, tensão a que somos submetidos (eu até gosto em alguns momentos, confesso), uma série leve, que te faz refletir, que traz sentimentos bons, é uma preciosidade.

Para quem não sabe, This is Us é uma série da TV americana NBC, que até pouco tempo estava passando por lá. Assisti quase que simultaneamente. Eu comecei a ver sem saber praticamente nada sobre a série. E foi a melhor coisa! Os primeiros episódios eram sempre uma surpresa para mim, os acontecimentos iam se desenrolando aos poucos.

Foi a partir das indicações no Globo de Ouro e outras premiações que a série me chamou atenção e também porque do elenco conhecia a Mandy Moore (Um Amor Pra Recordar, que eu nem gosto, mas ok haha) e o Milo Ventimiglia, o Jess de Gilmore Girls, que já falei aqui e que era um personagem que eu costumava odiar, mas com o retorno da série me conquistou. Enfim, estavam falando muito bem de This is Us, então resolvi assistir.

 

A única informação que eu tinha da história e que está na sinopse é que trata sobre a vida de diferentes personagens que fazem aniversário no mesmo dia. Só isso mesmo. Por isso, fui sendo surpreendida em cada momento e não vou dar muito detalhes para vocês também!

This is Us é sobre família e todas as questões que estão envolvidas nesse meio. Acredito que seja impossível não se identificar com algum aspecto mostrado. Vou dar um exemplo, sem spoilers: tem um episódio sobre máquina de lavar, em que trata do objeto na rotina da família e como marca a história deles e eu chorei muito, porque também é algo que, para mim, marcou demais minha família e era algo que eu nem me dava conta, sabe? E foi mostrado de forma tão singela, tão natural que foi o que mais me emocionou. E esse foi só um caso, em muitos momentos fui tocada lembrando de situações da minha família ou imaginando a construção da minha futura família também (contando quantas vezes vou escrever “família” nesse post, haha).

Além disso, This is Us trata de assuntos muito importantes, atuais, que geram reflexão, como autoestima, aceitação, preconceitos, carreira profissional, relações familiares… Enfim, muitas questões que fazem a série ser ainda mais relevante.

Por fim, outro grande forte da produção são as atuações maravilhosas. Na minha leiga opinião, todos os atores são bons, o elenco é incrível. Chorei ou ri com todos eles. Falando em chorar, a série é sim um drama, mas pode ir sem medo de ficar para baixo demais. Tem leveza, tem humor. Sobre o  final da temporada, eu esperava um pouquinho mais, mas mesmo assim não tira todo o mérito dela. É ideal para você sair um pouco da sua rotina cansativa e ser abraçado por essa série.

Sim, This is Us te abraça e vai fazer bem ao seu coração. Para entender isso, tem que assistir!

Vamos conversar se você já assistiu, me conta o que achou!

Até mais!

 

Filme do Mês: La La Land <3

Esse ano uma das minhas resoluções é ir muito mais ao cinema, que é um dos meus programas preferidos da vida. Para mim, ir ao cinema é uma experiência e ir sozinha, às vezes, é ainda melhor. Gosto muito!

Por isso, pretendo uma vez por mês falar de um filme aqui. Não garanto ser sempre de estreias no cinema, porque sempre estou no Netflix também e lá têm muuuitas opções. Já escrevi sobre filmes outras vezes, é só dar uma olhadinha na seção Outras Ondas do blog. Quero destacar mais uma vez que não sou nem um pouco expert em cinema. Escrevo como espectadora que gostou e quer dar uma dica de amiga 🙂

Para começar lindamente, vamos falar de: La La Land (suspiros). Eu estava MUITO ansiosa para ver esse filme. Primeiro, porque os protagonistas são dois atores muito queridos: Emma Stone e Ryan Gosling. Segundo, porque criei grande expectativa pelos comentários e essa expectativa só aumentou depois que assisti o Golden Globes (amo temporada de premiações!) e o filme levou tudo.

La La Land se passa em Los Angeles onde Sebastian (Ryan) e Mia (Emma) correm atrás dos seus sonhos: ele é um músico apaixonado por jazz que quer abrir um abrir um clube que valorize esse estilo musical e ela é uma atriz que trabalha em um estúdio como garçonete, mas ainda não conseguiu uma oportunidade para atuar. La La Land tem toda a aura encantadora de Hollywood, da magia do cinema, do sonho de muita gente em fazer parte daquilo.

Esse filme é um musical, mas calma. Acho que mesmo não gostando desse tipo de filme, você poderia dar uma oportunidade para La La Land. Musical também não é meu estilo de filme preferido, mas me envolvi tanto com La La Land que não achei nada cansativo e nem “estranho” as pessoas cantarem de repente, haha. Isso porque a história transcorre em muitos momentos sem música toda hora, sabe? E a trilha sonora é TÃO linda, emocionante, casa tão bem com o filme que não me incomoda nem um pouco o filme ser um musical. Aliás, estou viciada na trilha sonora, não paro de ouvir. Tem no Spotify aqui.

Além disso, Emma e Ryan estão maravilhosos. O talento deles me surpreendeu muito, cantando, dançando, atuando, principalmente a Emma. Merecidas as premiações de Melhor Ator e Melhor Atriz no Globo de Ouro. E eles juntos é uma combinação que dá super certo. Apaixonante.

 

 

Por fim, fiquei obcecada pelos figurinos incríveis, impecáveis, que remontam o cinema de antigamente. Apesar de não entender muito bem, posso arriscar dizer que a Fotografia é excelente. Visualmente é tudo maravilhoso, fiquei realmente encantada. As coreografias, os cenários, a luz, tudo!

 

 

Enfim, La La Land mexeu muito comigo. Não é só um romance. É sobre acreditar nos sonhos, ter alguém do nosso lado que nos incentive a realizá-los e um final surpreendente que deixa uma reflexão (pelo menos em mim). Me emocionei bastante e posso afirmar que é um dos melhores filmes que já assisti. É mágico. Se a intenção dos criadores de uma arte é tocar as pessoas, tenho certeza que alcançaram o objetivo com esse filme.

La La Land também está entre os preferidos para o Oscar e, apesar da Academia dar preferência aos filmes de drama, acredito e torço muito para que seja premiado.

Fica a minha dica, corram para assistir! Veja o trailer para ficar com o gostinho:

 

Se você já viu, deixe aqui sua opinião, preciso conversar sobre esse filme!

Beijos e até mais.

 

8 maneiras de usar o Nivea Creme

As outras ondas do blog hoje trazem dica de produto que tem diversas funções e um post que é quase uma utilidade pública. Quem não conhece o Nivea Creme? Ele vem nessa latinha super fofa e tradicional e também já vi em bisnaga, que é bem prática, não sei se ainda é comercializada esta versão.

 

 

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Para vocês terem uma ideia, ele foi criado em 1911 e é o hidratante mais vendido do mundo (segundo a marca)! Ele é branquinho, super consistente e pode ser utilizado em várias partes do corpo e para diversos usos.

 

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1- Hidratar áreas ressecadas: como o Nivea Creme é bem pesado, pode ser incômodo usar no corpo todo, mas para pés, cotovelos e joelhos é ótimo!

2- Mãos e cutículas: minhas mãos são bem ásperas e SEMPRE sinto necessidade de usar hidratante de mãos. Com esse creme, a hidratação é ainda mais potente. Para cutículas também é ótimo, antes de fazer as unhas em casa e para quem evitar tirar cutículas, mas precisa mantê-las hidratadas.

3- Hidrante Facial: acho que esse é o meu uso preferido. Sem dúvidas, pela consistência, você deve usar a noite depois de lavar o rosto. Agindo a noite inteira, a pele absorve bem e acorda mais bonita e o aspecto só melhora com o uso contínuo.

4- Hidratante para a área dos olhos: também utilizo a noite, passando em todo o rosto, concentro na área das olheiras (que tenho bastante) e o Nivea Creme ajuda a hidratar e suavizar. Logo de manhã a aparência das olheiras é bem melhor.

5- Pós-depilação: sabemos que a pele fica super sensível e irritada depois da depilação. É só usar o Nivea Creme que a pele dá uma acalmada e evita vermelhidão e bolinhas.

O próximos três usos, eu nunca testei, mas fica dica, pois é muito recomendado!

6- Prevenção de estrias: o creme aparece eme diversas receitas para estrias, geralmente misturado com óleo de rosa mosqueta. Vale a pena experimentar.

7- Demaquilante: também já observei muitas meninas na internet comentando que ele é ótimo para retirar a maquiagem. Nunca testei, mas é bom saber, numa ocasião que falte demaquilante, já estou preparada!

8- Hidratante Labial: esse eu só não testei ainda porque sempre tenho bepantol, mas como o Nivea creme é super hidratante, acredito que funciona para quando os lábios estão precisando de uma hidratação extra. É só passar antes de dormir que ao acordar estão maravilhosos.

 

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Esses foram só alguns usos do Nivea Creme, tenho certeza que pesquisando por aí vocês encontrarão mais. É um verdadeiro aliado de beleza, barato e fácil de encontrar, que não pode faltar! Aproveita para espalhar para as amigas, porque conversando com algumas, descobri que algumas não sabiam como usar essa latinha maravilhosa!

E vocês? Já experimentaram esses usos? Quais são os preferidos?

Beijos! Bom fim de semana <3

patty

Livro: Cafés Amargos

Olá, como vocês estão? Hoje tenho uma dica de livro e um muito especial, pois a autora é ninguém menos do que nossa amiga Sabryna Mendes. Adquirir “Cafés Amargos” foi um dos primeiros contatos que tive com ela (só depois compartilhamos a ideia do blog). Assim que soube, quis logo ler. Romance de escritora maranhense e próxima de mim, eu precisava conferir!

 

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“Cafés Amargos” é um romance que conta a história de Tomás, um escritor que vive um fase difícil de falta de inspiração e perspectiva. Ele não consegue reagir à má fase e se arrasta durante os dias, numa rotina torturante. Até que um encontro com uma vizinha desperta um sentimento de anos atrás, renovando sua vida e dando nova inspiração.  Mas não é tão simples assim, Tomás tem que superar suas próprias barreiras para se reerguer desta fase e ser feliz com as novas oportunidades. O café faz parte do cenário, acompanhando as reviravoltas que se apresentam.

A maneira como a história é contada nos envolve desde o começo. As idas e vindas no tempo fazem com que a gente fique a par da história e ao mesmo tempo dá ansiedade pelos próximos acontecimentos. A linguagem é leve e é um  romance que traz diversas reflexões, tanto de motivação pessoal, quanto de relação familiar e postura diante de situações adversas.

Cafés é curtinho e de linguagem fácil, atrativo para diversos tipos de leitores. Apesar de poder terminá-lo rapidinho, preferi me deliciar com ele alguns dias, torcendo para não acabar! Acho que todos nós precisamos de histórias leves como essa no nosso dia a dia. Nos tiram da nossa rotina, mas ao mesmo tempo, dialogam com ela.

Fiquei encantada com o talento da Sabryna com as palavras e como ela nos envolve na história! Deu para compartilhar da angústia e dos alívios de Tomás em vários momentos.

Detalhe importante: o livro foi vencedor do 35º Concurso Literário “Cidade de São Luís” na categoria Romance.

Quem ficou com curiosidade de ler, Cafés Amargos é vendido aqui em São Luís na Livraria Vozes na Rua do Sol. Quem não for de São Luís, ouso dizer que é só entrar em contato com a Sabryna que ela dá um jeito de enviar. Deixa nos comentários 🙂

Espero que logo logo a gente tenha mais histórias da Sabryna para ler <3

Gostaram? Que livro estão lendo para me indicar?

Até mais!

 

patty

Fica a Dica: 3 últimas séries assistidas no Netflix

Oi pessoal, tudo bem? Então, toda sexta-feira, como vocês já devem ter percebido, é dia da coluna Outra Ondas aqui no blog e queremos falar sobre tudo o que gostamos e dar dicas para vocês. Acredito que muitos de vocês vivem uma relação de amor com o Netflix, como eu. Já dei outras dicas aqui e aqui relacionados a ele.

Hoje quero contar sobre as três últimas séries que assisti lá e que me envolveram muito e tenho certeza que vocês vão gostar também. Vamos lá:

1- The 100: é uma série de ficção científica (amo!) que se passa depois de 90 anos de um apocalipse nuclear que devastou a Terra. Os sobreviventes vivem em estações espaciais que começam a apresentar problemas de superpopulação e abastecimento. Por isso, decidem enviar para Terra 100 prisioneiros para verificar as condições de vida no planeta. É aí que surgem os conflitos entre eles, dificuldades de sobrevivência e acontecimentos inesperados. Infelizmente, no Netflix só está disponível a 1ª temporada com 13 episódios e já existe até a 3ª, mas acredito que em outros sites é possível assistir (alô Netflix, disponibiliza mais!). Enfim, a história prende e envolve bastante, tem ação, suspense, um pouco de romance (mas não tanto) e eu assisti em um fim de semana de tão empolgante que é. Recomendo muito!

 

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2- Jessica Jones: essa talvez a mais falada no final de 2015, é uma produção do Netflix baseada na história em quadrinhos da famosa heroína da Marvel. Jones é uma mulher que sofreu traumas no passado e que tenta reconstruir sua vida, exercendo a profissão de investigadora. Uma heroína fora dos padrões, politicamente incorreta, mas que nos envolve com sua história. Assim como Demolidor (que eu amo também), a série tem como cenário Nova York, do lado mais sombrio e marcado por crimes. Ela enfrenta o vilão Kilgrave que está intimamente ligado ao seu passado e é aí que a trama se desenvolve. As atuações são ótimas e trouxe para mim uma reflexão sobre o abuso que Jessica Jones sofreu que, em alguns aspectos, pode ser feito um paralelo com a realidade de muitas mulheres. Particularmente, eu achei que o ritmo da série fica melhor depois de alguns capítulos. Ainda assim, vale muito a pena assistir! A 1ª temporada tem 13 episódios.

 

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3- Orphan Black: essa foi a última que assisti, mas a 1ª temporada é de 2013. No Netflix estão disponíveis duas temporadas de 10 episódios. Trata-se de uma produção canadense em que a personagem Sarah Manning vive uma vida complicada e, em meio a seus conflitos, encontra numa estação de metrô uma mulher idêntica a ela. A mulher se mata na frente de Sarah e ela vê a oportunidade de mudar de vida ao assumir a identidade da desconhecida. Porém, ela não imagina as complicações que surgem ao assumir esse papel. No decorrer dos capítulos vão se revelando os motivos da semelhança entre elas. Eu comecei a assistir sem saber nada sobre essa série e fui tomada pelo clima de suspense das revelações que vão acontecendo em cada capítulo. A 2ª temporada termina com uma complicação ainda maior. Mas acima de tudo em Orphan Black, o que mais me chocou (de forma positiva) foi a atuação da Tatiana Maslany, que interpreta vários papeis super diferentes de forma INCRÍVEL. Por vezes eu esquecia que era a mesma atriz, sério. Só a atuação dela já vale a pena conferir essa série!

 

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É isso, gente! Minha lista no Netflix continua grande, espero em breve trazer mais dicas aqui. Já assistiram essas? O que acharam? Quais outras vocês recomendam? Me contem nos comentários.

Até mais!

patty