Faça em Casa: Esfoliação com Borra de Café

Se você me segue no Instagram, viu essa receita por lá e, como várias pessoas tiveram dúvidas, resolvi publicar aqui e deixar registrado. Se você não me segue lá, tá vacilando porque sempre estou por lá compartilhando alguma coisa. Corre e segue aqui!

Vi várias pessoas na internet fazendo essa receita de esfoliação para a pele com borra de café e existem várias receitas, mas resolvi testar essa com azeite de oliva. Antes de contar como fazer, vamos conhecer os benefícios destes ingredientes?

 

  • A borra de café tem grãos que são ideais para remover células mortas da pele e remover os cravinhos indesejados;
  • O café tem ação antioxidante, prevenindo o envelhecimento da pele;
  • Ele tem também ação anti-inflamatória, ajudando na redução das espinhas;
  • O azeite de oliva ajuda na hidratação. Não esqueça que até mesmo peles oleosas precisam ser hidratadas.

Agora vamos à receita:

Ingredientes:
✔️ Borra de Café

✔️ Azeite de Oliva (de preferência extra virgem)

Modo de preparo:
✔️Misture a borra com uma pequena quantidade de azeite, só para formar uma pastinha que é mais fácil de aplicar.

Modo de uso:
✔️ Lave o rosto de preferência com água morna para abrir os poros e sabonete facial de sua preferência.
✔️ Aplique no rosto com movimentos circulares suaves.
✔️ Não precisa deixar agir muito, no máximo 1 minuto.
✔️ Enxágue.

Pode ser usada em outras áreas do corpo que precisam de esfoliação e hidratação, como cotovelos e joelhos. Eu usei nessas áreas também e gostei mais. Só não sei se ao longo do uso vai ajudando também a clarear a pele.

No rosto, o resultado é ótimo, remove mesmo cravos, ajuda a suavizar espinhas e deixa a pele muito macia e aveludada. Quanto a ação antioxidante não dá para afirmar, somente com o uso a longo prazo.

Com certeza é uma receita aprovada que vou usar muito porque é fácil e baratinha. O único ponto negativo é o cheiro, para quem não gosta, e sujeirinha que faz no banheiro. Mas garanto que vale a pena!

 

Me contem mais receitam assim que eu possa experimentar!

Beijos e até mais!

“This is Us” faz bem ao coração ❤

[SEM SPOILERS]

“This is Us” é uma série que desde o primeiro episódio eu queria escrever sobre ela aqui. Me segurei até terminar, mas depois que terminou acabei deixando passar, mas hoje, finalmente, esse post sai.

 

Você pode até achar o título desse post meio brega, mas foi só assim que consegui descrever. E era esse o sentimento que eu tinha a cada episódio. No meio de tanto sensacionalismo, violência, tensão a que somos submetidos (eu até gosto em alguns momentos, confesso), uma série leve, que te faz refletir, que traz sentimentos bons, é uma preciosidade.

Para quem não sabe, This is Us é uma série da TV americana NBC, que até pouco tempo estava passando por lá. Assisti quase que simultaneamente. Eu comecei a ver sem saber praticamente nada sobre a série. E foi a melhor coisa! Os primeiros episódios eram sempre uma surpresa para mim, os acontecimentos iam se desenrolando aos poucos.

Foi a partir das indicações no Globo de Ouro e outras premiações que a série me chamou atenção e também porque do elenco conhecia a Mandy Moore (Um Amor Pra Recordar, que eu nem gosto, mas ok haha) e o Milo Ventimiglia, o Jess de Gilmore Girls, que já falei aqui e que era um personagem que eu costumava odiar, mas com o retorno da série me conquistou. Enfim, estavam falando muito bem de This is Us, então resolvi assistir.

 

A única informação que eu tinha da história e que está na sinopse é que trata sobre a vida de diferentes personagens que fazem aniversário no mesmo dia. Só isso mesmo. Por isso, fui sendo surpreendida em cada momento e não vou dar muito detalhes para vocês também!

This is Us é sobre família e todas as questões que estão envolvidas nesse meio. Acredito que seja impossível não se identificar com algum aspecto mostrado. Vou dar um exemplo, sem spoilers: tem um episódio sobre máquina de lavar, em que trata do objeto na rotina da família e como marca a história deles e eu chorei muito, porque também é algo que, para mim, marcou demais minha família e era algo que eu nem me dava conta, sabe? E foi mostrado de forma tão singela, tão natural que foi o que mais me emocionou. E esse foi só um caso, em muitos momentos fui tocada lembrando de situações da minha família ou imaginando a construção da minha futura família também (contando quantas vezes vou escrever “família” nesse post, haha).

Além disso, This is Us trata de assuntos muito importantes, atuais, que geram reflexão, como autoestima, aceitação, preconceitos, carreira profissional, relações familiares… Enfim, muitas questões que fazem a série ser ainda mais relevante.

Por fim, outro grande forte da produção são as atuações maravilhosas. Na minha leiga opinião, todos os atores são bons, o elenco é incrível. Chorei ou ri com todos eles. Falando em chorar, a série é sim um drama, mas pode ir sem medo de ficar para baixo demais. Tem leveza, tem humor. Sobre o  final da temporada, eu esperava um pouquinho mais, mas mesmo assim não tira todo o mérito dela. É ideal para você sair um pouco da sua rotina cansativa e ser abraçado por essa série.

Sim, This is Us te abraça e vai fazer bem ao seu coração. Para entender isso, tem que assistir!

Vamos conversar se você já assistiu, me conta o que achou!

Até mais!

 

Bullet Journal: é possível fazer!

Janeiro já está acabando, mas ainda dá para pensar em um método de organização para esse ano. Comentei lá no Instagram que costumava usar agenda, mas não funcionava bem comigo, sempre abandonava na metade do ano. Em 2016 deixei de usar agenda, mas fiquei bem perdida, anotando coisas em lugares aleatórios. Aplicativos de celular também não são uma boa alternativa para mim. Então, este ano decidi voltar para a agenda, mas dias depois ganhei um caderno e resolvi tentar fazer um Bullet Journal. Pesquisei muitas inspirações e fiquei empolgada para vir dividir com vocês. Vamos desde o começo para quem não conhece.

  • O que é o bullet journal?

Conhecido também como diário em tópicos, é um método criado pelo designer americano Ryder Carrol em que o objetivo é concentrar todas as informações da sua vida em um único lugar. O lema do criador é: “rastrear o passado, organizar o presente e se preparar para o futuro”.

  • O que é preciso para fazer o bullet journal?

Basicamente, caderno e caneta. Os cadernos mais utilizados são do tipo moleskine quadriculados ou pontilhados, mas qualquer caderno funciona. É importante atentar para o tamanho, é necessário espaço, mas um tamanho que seja fácil levar com você para todo lugar. O meu caderno, por exemplo, é de espiral e tem pauta. O problema que tenho encontrado é só o tamanho (mais ou menos do tamanho da minha mão), é ótimo para carregar na bolsa, mas pequeno para escrever bem. Vou continuar nele, da próxima vez já sei como escolher um melhor 🙂

 

Sobre caneta, um preta resolve, mas a maioria das pessoas prefere escolher várias cores para identificar o assunto a que se refere. Recomendo também escolher um caneta em que sua letra fique mais bonitinha, se o visual do bullet journal importar muito para você.

  • Como fazer o bullet journal?

Em primeiro lugar, você pode começar em qualquer época do ano. Para começar, você precisa numerar as páginas do seu caderno. Daí, a primeira página deve ser o “Index” ou “Índice”, onde identificará onde encontrar cada coisa no caderno. Deixe algumas páginas a mais para o índice, porque você vai preenchê-lo no decorrer do tempo, quando for utilizando o BJ.

 

Logo após o Índice, vem a parte de Legendas. O BJ utiliza símbolos para facilitar a escrita e identificação das informações, a maioria utiliza símbolos padronizados (conforme imagens abaixo), mas você pode criar símbolos que fazem mais sentido para você ou utilizar só os que acha mais necessário.

 

Em seguida vêm duas seções básicas do BJ, o Log do Mês e o Log do Dia. No primeiro, você escreve todos os dias do mês e principais compromissos daquele mês. É importante para ter uma visão geral do mês. Algumas pessoas anotam também os principais objetivos do mês. Veja exemplo abaixo:

 

Após essa página vem o Log do Dia, que é cada dia da semana com suas tarefas, eventos e o que você quiser escrever. Não esqueça de utilizar os símbolos. Aqui entra sua criatividade, as suas necessidades… Por isso, é legal pesquisar inspirações antes de começar para ver o que você pode adaptar (recomendo o Pinterest).

 

Esse é o básico do BJ, diariamente você marca suas tarefas e compromissos cumpridos, adiados, cancelados e outras informações que precisar. Mas a parte legal é adicionar outras páginas, como listas, acontecimentos pessoais que você gostaria de registrar, acompanhar suas finanças, saúde e outros como as sugestões a seguir:

Log do Futuro: você pode adicionar um calendário anual para visualizar todo o seu ano com principais metas e compromissos de cada mês.

 

Tracking de Hábitos: se você deseja acompanhar hábitos como horas de sono, beber água, estudos, atividade física, em uma página por mês você vai marcando o que conseguiu cumprir.

 

Listas: quem ama fazer listas pode abusar delas no BJ. É importante para registrar seus planos, coisas que você gosta, coisas que você quer fazer. Existem inúmeras ideias. Até agora eu fiz o Gratitude Log (lista de coisas do meu dia a dia pelo que sou grata), Filmes e Séries para assistir, Wishlist, Lugares que quero ir e Coisas que me deixam feliz.

 

  • Por que é tão legal e importante ter um bullet journal?

É legal porque é algo que você cria e faz do jeito que quiser. Os que a gente vê na internet são sempre muito bonitos, mas na essência o BJ não precisa ser bonito. O meu mesmo não é e me incomoda as vezes, porque não sei desenhar, não tenho letra bonita. Mas daí lembro o real sentido de estar fazendo. É importante para, além de se organizar, você se conhecer melhor, traçar melhor suas metas, vê-las acontecendo e o que precisa melhorar. Para mim também é fundamental para eu lembrar coisas, não só obrigações, mas o que eu gosto, o que quero fazer, coisas boas que aconteceram e deixar tudo registrado.

Além disso tudo, eu recomendo esse artigo aqui do BuzzFeed sobre o uso do BJ como ferramenta para cuidar da sua saúde mental. Foi uma das coisas que mais me motivou a começar. Além de acompanhar seus hábitos, serve para desabafar, para se conhecer e também ter um tempo para você mesma (o), através da escrita e do cuidado com o caderno.

Espero que tenha ajudado a inspirar e animar a começar. Parece trabalhoso, mas só no começo em que precisa organizar, colocar o que precisa. Mas com o hábito se torna mais fácil. Ainda estou no começo também, mas já ansiosa pelos efeitos positivos na minha vida 😀

Se tiverem alguma dúvida, é só comentar.

Beijos!

Filme do Mês: La La Land <3

Esse ano uma das minhas resoluções é ir muito mais ao cinema, que é um dos meus programas preferidos da vida. Para mim, ir ao cinema é uma experiência e ir sozinha, às vezes, é ainda melhor. Gosto muito!

Por isso, pretendo uma vez por mês falar de um filme aqui. Não garanto ser sempre de estreias no cinema, porque sempre estou no Netflix também e lá têm muuuitas opções. Já escrevi sobre filmes outras vezes, é só dar uma olhadinha na seção Outras Ondas do blog. Quero destacar mais uma vez que não sou nem um pouco expert em cinema. Escrevo como espectadora que gostou e quer dar uma dica de amiga 🙂

Para começar lindamente, vamos falar de: La La Land (suspiros). Eu estava MUITO ansiosa para ver esse filme. Primeiro, porque os protagonistas são dois atores muito queridos: Emma Stone e Ryan Gosling. Segundo, porque criei grande expectativa pelos comentários e essa expectativa só aumentou depois que assisti o Golden Globes (amo temporada de premiações!) e o filme levou tudo.

La La Land se passa em Los Angeles onde Sebastian (Ryan) e Mia (Emma) correm atrás dos seus sonhos: ele é um músico apaixonado por jazz que quer abrir um abrir um clube que valorize esse estilo musical e ela é uma atriz que trabalha em um estúdio como garçonete, mas ainda não conseguiu uma oportunidade para atuar. La La Land tem toda a aura encantadora de Hollywood, da magia do cinema, do sonho de muita gente em fazer parte daquilo.

Esse filme é um musical, mas calma. Acho que mesmo não gostando desse tipo de filme, você poderia dar uma oportunidade para La La Land. Musical também não é meu estilo de filme preferido, mas me envolvi tanto com La La Land que não achei nada cansativo e nem “estranho” as pessoas cantarem de repente, haha. Isso porque a história transcorre em muitos momentos sem música toda hora, sabe? E a trilha sonora é TÃO linda, emocionante, casa tão bem com o filme que não me incomoda nem um pouco o filme ser um musical. Aliás, estou viciada na trilha sonora, não paro de ouvir. Tem no Spotify aqui.

Além disso, Emma e Ryan estão maravilhosos. O talento deles me surpreendeu muito, cantando, dançando, atuando, principalmente a Emma. Merecidas as premiações de Melhor Ator e Melhor Atriz no Globo de Ouro. E eles juntos é uma combinação que dá super certo. Apaixonante.

 

 

Por fim, fiquei obcecada pelos figurinos incríveis, impecáveis, que remontam o cinema de antigamente. Apesar de não entender muito bem, posso arriscar dizer que a Fotografia é excelente. Visualmente é tudo maravilhoso, fiquei realmente encantada. As coreografias, os cenários, a luz, tudo!

 

 

Enfim, La La Land mexeu muito comigo. Não é só um romance. É sobre acreditar nos sonhos, ter alguém do nosso lado que nos incentive a realizá-los e um final surpreendente que deixa uma reflexão (pelo menos em mim). Me emocionei bastante e posso afirmar que é um dos melhores filmes que já assisti. É mágico. Se a intenção dos criadores de uma arte é tocar as pessoas, tenho certeza que alcançaram o objetivo com esse filme.

La La Land também está entre os preferidos para o Oscar e, apesar da Academia dar preferência aos filmes de drama, acredito e torço muito para que seja premiado.

Fica a minha dica, corram para assistir! Veja o trailer para ficar com o gostinho:

 

Se você já viu, deixe aqui sua opinião, preciso conversar sobre esse filme!

Beijos e até mais.

 

O que 2016 me ensinou

2016, de um modo geral, foi um ano muito difícil para todo mundo. Mas, olhando por outro lado, foi um ano que me ensinou muitas coisas e me concedeu pequenas alegrias que valeram muito a pena.

2016 me permitiu realizar sonhos, alguns que eu jamais pensei alcançar.

2016 me propôs desafios que me fizeram entender que eu sou capaz de muitas coisas.

2016 me fez entender que a felicidade está nas pequenas coisas, nos momentos simples: um filme que te faz bem, uma comida que você gosta, uma banda nova que você descobriu…

2016 me ensinou que há beleza na solidão, que aproveitar a própria companhia é de uma paz inigualável, mas que aqueles amigos para todas as horas fazem muita falta.

2016 me mostrou que eu posso ajudar os outros de diferentes formas, até de forma muito simples e que isso faz tão bem à mim quanto à quem eu ajudo.

2016 me deu a capacidade de perceber que todo o tempo “gasto” com a família, nunca será suficiente. Você sempre pode fazer mais pelas pessoas mais importantes da sua vida.

2016 me fez compreender que sim, eu quero muitas coisas, mas o que eu tenho hoje é tão valioso, é fruto de tanta luta que só me resta ser grata.

2016 me deu a oportunidade de entender que boa parte das minhas conquistas só dependem de mim mesma, da minha dedicação aos meus sonhos.

2016 me deu a liberdade de ser eu mesma, de ver que eu não preciso ser igual aos outros e saber que a opinião de algumas pessoas não importam, se não for para me ajudar a ser uma pessoa melhor.

2016 me fez concluir que para 2017 eu não preciso almejar coisas absurdas, basta viver cada dia comprometida com as pequenas coisas, tendo os sonhos sempre em mente e o coração sempre aberto ao novo que a vida trará.

 

 

FELIZ ANO NOVO!

Um beijo bem grande para cada um (a) de vocês.

1 Ano de Cachos e Outras Ondas <3

Hoje o post é especial para deixar registrado o primeiro aniversário do blog! Há um ano, dia 10/11/2015, entrava no ar o primeiro post do Cachos e Outras Ondas.

 

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Aqui só queria deixar registrado meu agradecimento pelos acessos diárias ao conteúdo do site, acessos que cresceram ao longo do ano (JÁ SÃO MAIS DE 56K!). Quero agradecer a todos os amigos e amigas que me apoiam, que divulgam o blog (as vezes até mais do que eu mesma kkk). Agradeço ao Kassio Sousa que me ajuda a manter o blog no ar, solucionando problemas técnicos que sozinha eu não saberia resolver. Agradeço também, de forma especial, à Sabryna Mendes que entrou nessa ideia comigo e esteve presente em muitos posts, nos eventos e continua me apoiando. Enfim, todo mundo que dá ideias, que apoia, todos fazem parte disso!

Também não posso deixar de agradecer a quem lê, comenta, curte, compartilha e troca energias comigo aqui (JÁ SÃO MAIS DE 3K NO INSTAGRAM E MAIS DE 800 NO FACEBOOK). Saibam que fico muito feliz com cada interação ou mesmo aquelas (aqueles) que só leem e ficam caladinhos. Quero cada dia estar mais próxima, receber opiniões, comentários, sugestões… Enfim, a presença de vocês é que dá sentido a isso aqui!

Muito obrigada e muito amor para vocês!

Beijos!

 

patty

 

Gilmore Girls: família, amor e café

Playlist para ouvir enquanto lê o texto: https://goo.gl/oFGM1A

 

Preciso falar sobre Gilmore Girls, essa série antiga que a gente assistia no SBT (com o nome de “Tal mãe, tal filha”) ou na Warner. Recentemente, o Netflix anunciou lançamento de novos episódios e disponibilizou todas as temporadas. Por isso, está todo mundo apaixonado por essa série de novo e eu também.

 

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A história é sobre Lorelai Gilmore (Lauren Graham) que teve uma filha, chamada Rory (Alexis Bledel) aos 16 anos, saiu de casa, foi morar numa cidade chamada Stars Hollow, é gerente de uma hotel e luta para realizar seu sonho de ter a própria pousada, em sociedade com a melhor amiga Sookie (Melissa McCarthy), além possibilitar que Rory realize seu sonho também, que é entrar em Harvard. Logo no primeiro episódio, Rory é selecionada para uma boa escola particular, porém, sem condições financeiras para pagar, Lorelai recorre aos pais, com quem não mantém contato e guarda mágoas desde o conflito por causa de sua  gravidez inesperada.

O enredo é muito simples, mas vários elementos tornam essa série apaixonante. O principal deles são os personagens e a maneira como eles se relacionam. Lorelai e Rory não são só mãe e filha, mas melhores amigas, numa relação de cumplicidade em que surgem alguns conflitos e é muito divertida. Os diálogos entres elas são marcados por muitas referências de cinema, música, cultura pop, além de sarcasmo e ironia que se você não estiver atento perde alguma tirada. Esse é outro ponto bacana de Gilmore Girls: o texto é rápido e muito bem escrito.

 

 

Além da adorável relação das garotas Gilmore, o relacionamento com o outro lado da família, os pais de Lorelai, também é interessante. O casal parece rude, insensível, mas no decorrer dos episódios vamos percebendo afeto e cuidado por parte deles com a filha e a neta. Para mim, esse contexto familiar traz muitas lições de que são essas pessoas que realmente se preocupam com a gente, cuidam e nos amam, apesar das diferenças. Como é importante cultivar os laços familiares, mesmo com tantos problemas! A gente acaba se deparando com as semelhanças que aproximam e não só as diferenças que afastam. 

 

 

A amizade de Lorelai com Sookie é outro elemento, para mim, inspirador. Sookie é uma amiga, literalmente, para todas as horas. Além dela, Lorelai tem Luke (Scott Patterson), dono do restaurante mais frequentado da cidade, que tem uma queda por ela, mas acima de tudo, é um amigo sempre disposto a ajudar. Na verdade, a cidade toda ama as Gilmore Girls e sempre as apoiam.

 

 

Outro elemento de destaque é a cidade. Stars Hollow é uma cidade pequena, adorável e também surreal. Todo mundo se conhece, tudo funciona bem e você sente vontade de se transportar para lá e conhecer todos os cantinhos, moradores e tomar um café com Lorelai e Rory. Sim, café, muito café nessa série! Fico desejando café toda hora enquanto assisto!

 

 

Por fim, muitos amores marcam Gilmore Girls. Os relacionamentos de Rory vão mudando em cada fase da sua vida e é legal acompanhar esse amadurecimento. Ela e Lorelai se apoiam e, muitas vezes, é a garota que aconselha a mãe. Elas nos ensinam também que os amores não são o mais importante e que tudo bem ficar sozinha de vez em quando se elas tiverem uma a outra e as amigas por perto <3

 

 

Não posso deixar de citar ainda que Gilmore Girls é fantástica também pelo protagonismo feminino, mulheres decididas, independentes, que conseguem se virar e são muito felizes. Enfim, a série toda é uma inspiração em suas sutilezas, além de ser leve e muito gostosa de acompanhar.

 

 

Vocês já assistiram? O que acham? Têm algum (a) personagem preferido (a)?

 

patty

 

Entre na Onda: Jeans Destroyed

Vale dizer que essa não é uma tendência tão recente, mas tem me chamado mais atenção esses tempos. O jeans destroyed nada mais é que a peça com alguns rasgos e desfiada em diversas partes, como se estivesse destruído ou gasto mesmo. Qualquer peça de jeans pode conter essa característica, mas a que mais tem me agradado é a calça. Não importa modelo ou cor. O mais legal é que com o jeans destruído, você pode criar diversos looks, desde os mais despojados aos mais caprichados. Vamos nos inspirar!

 

Para um look mais caprichado ou mesmo para o trabalho, se o local de trabalho é mais informal, e sem exagerar na destruição, dá para compor looks lindos, adicionando um saltinho, acessórios e, quem sabe, um blazer.

 

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Para produções mais básica do dia a dia, esse tipo de jeans dá um diferencial.

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Para quem não curte os “rasgões”.

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Para as mais ousadas:

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O jeito de usar que mais curto é com tênis ou flat:

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Fotos: Pinterest

 

O mais legal é que você pode customizar a sua calça como quiser. No youtube têm vários tutoriais de como fazer. Eu mesma tentei fazer, com uma calça velha, tesoura e pinça. Não ficou exatamente como eu queria, mas curti. Olhem aí minha tentativa, hehe:

 

 

O que acham dessa tendência? Já usam? Acho legal observar algumas coisas por aí e adaptar ao seu guarda-roupa, mas sempre mantendo sua personalidade e dentro de suas possibilidades também. Espero que tenham gostado. Até a próxima!

 

patty

Neutrogena Deep Clean Grape Fruit Sabonete Facial

Olá! Para quem ainda não sabe, nossa coluna “Outras Ondas” é para falar de outros produtos que não sejam de cabelo e também de outros temas, como entretenimento, nossos hobbies e muito mais. Gostamos muito de escrever para essa parte do blog também, espero que gostem <3

Hoje eu vim falar de um produto que deve ser conhecido de muitas (os) de vocês. Não é AQUELA novidade, mas como é coisa boa que uso e gosto bastante, resolvi compartilhar. Esse sabonete da Neutrogena é meu preferido para lavar o rosto. Vamos falar sobre ele!

 

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O QUE DIZ A MARCA?

Neutrogena Deep Clean Sabonete Facial limpa profundamente os poros, removendo 99% das impurezas e a oleosidade. Sua fórmula combina o ativo beta-hidróxido e o extrato natural de Grapefruit para eliminar as impurezas mais profundas, deixando sua pele ultra limpa e fresca, todos os dias.

 

O QUE ACHEI?

Esse produto realmente retira as impurezas, pois quando uso com frequência, percebo uma boa redução dos cravinhos e espinhas. A pele fica com uma aparência bem mais bonita. Sem falar que ele tem extrato dessa Grapefruit que é tipo uma tangerina, que deixa na pele uma sensação de frescor maravilhosa. Minha pele costumava ser normal a seca, mas o calor dessa cidade e talvez outros fatores, tem feito com que ela produza mais oleosidade durante o dia. Então, esse sabonete tem sido ótimo. E ele limpa sem deixar a pele repuxando, ressecada.

Eu uso pela manhã ao acordar e a noite. De manhã, depois de lavar com o sabonete, aplico o protetor solar ROC Minesol. E a noite, com o rosto lavado, aplico o Nivea Creme para dormir (falei sobre ele aqui). Esses s]ao meus cuidados de pele bem básicos, preciso me cuidar ainda mais, afinal 25 anos este ano (!!!!!). Já dá para comprar meu primeiro Renew, haha.

Paguei por volta de R$ 20,00,a embalagem é de 150g e vale a pena, pois ele rende muito. Uma gotinha é suficiente para o rosto inteiro. Além disso, é fácil de encontrar em qualquer farmácia.

Já usaram esse produto? Como é a rotina de cuidados com a pele de vocês? Não vamos esquecer essa parte essencial!

Até mais! Beijos!

patty

 

Depois a louca sou eu – Tati Bernardi

DEPOIS A LOUCA SOU EU

Eu gosto da Tati Bernardi desde que as frases que nunca saberemos se eram dela rolavam pela timeline do Tumblr lá em 2009. Apesar de esse ter sido o primeiro livro dela que chega às minhas mãos, eu já me identificava com os textos que encontrava em seu site ou no portal da Folha de S. Paulo, onde ela é colunista.

Quando, já do meio pro final da novela, eu descobri que ela era uma das colaboradoras de A Vida da Gente (2012), exibida no horário das seis na Rede Globo, eu quis voltar todos os capítulos só pra ver se reconhecia alguma traço da personalidade de Tati na novela. Mas no final achei que toda a aura da narrativa era muito parecida com ela.

Depois a louca sou eu é um livro que não fala sobre os outros, não fala sobre os problemas do mundo e nem sobre as questões em pauta nos jornais. Fala sobre a Tati Bernardi. Mas também não é uma biografia.

Por trás da capa derrubei-meu-marca-texto-verde-limão tem uma mulher na casa dos trinta anos se desmanchando para seus leitores e contando todas as coisas que tiram seu sossego ou atormentam sua paz. Em 90% do livro algum remédio antidepressivo comanda a história ou é o protagonista da cena. Tati conta nos mínimos detalhes como é ser dependentes de bulas e cartelas de comprimidos. “As boas drogas têm SAC”.

Mas não é uma romantização da ansiedade ou das crises de pânico. É de verdade. Tão de verdade que quase te faz sentir os enjoos e a suadeira ao entrar no avião, ou a necessidade de tomar 0,25g de Rivotril pra ver se a coisa melhora. Tão de verdade que você quase se sente meio depressiva também.

Os textos também têm uma dose de humor característica dela. Quando ela conta sobre seus namorados e suas transas, ou como é trabalhar com gente importante que trabalha na Globo. Ela deixa claro que apesar de ser roteirista, publicitária, escritora, funcionária de uma grande emissora e com alguns filmes e novelas/programas no currículo, ela é gente como a gente. Ela vomita, vai ao banheiro, tem medo, ânsias, vontades, chatices, cansaço, tristeza.

Tati deixou que nós entrássemos em seu mundo e déssemos opiniões, fizéssemos julgamentos. Que a gente pode achar a história dela toda uma frescura, mas que mesmo assim ela está lá escrevendo sobre ela.

A parte mais feliz é o último texto, quando ela diz orgulhosa que depois de tanto sufoco contado no livro, ela está há meses sem tomar nenhum remédio. Não que ela esteja totalmente curada das crises, mas que a vida voltou a ser normal do jeito que ela considera normal. E mesmo que tudo possa mudar no minuto seguinte, ter mais um dia para contar que não tomou nada é mais um dia feliz.

“Eu posso voltar a tomar remédios daqui a dez minutos, mas o fato é que neste minuto estou muito bem. Na real não estou muito bem, para falar a verdade estou até meio mal, mas estou um tanto mais parecida comigo”.

A Tati é louca, mas é legal.

Editora: Companhia das Letras

Ano: 2016

Preço: 34,90

Vocês podem ler resenhas de outros livros lá no meu bloguinho literário: Quarto Andar.

Beijinhos,

Marca Sabryna